Ministério Venha Reconhecer

O Ministério Virtual Venha Reconhecer tem como objetivo levar os leitores a reconhecerem A suficiência da Obra redentora de Jesus Cristo, a autoridade e inspiração das Escrituras, os Atributos de Deus e verdades Essenciais do evangelho de Cristo.

Diversos Sermões e Pregações Hernandes Dias Lopes

Textos e Vídeos, Diversos Sermões e Pregações Hernandes Dias Lopes estão disponíveis em nosso Blog devido ao grande acesso nos links anteriormente criados.Soli Deo Glória.

Série de estudos - Amo a tua Palavra

A Autoridade das Escrituras como base para toda a regra de fé e conduta, sendo também um meio de protestar e defender a fé que uma vez foi entregue aos santos.

A IRA DE DEUS

Um dos pontos que mais serão abordados aqui no site. A Seriedade do Pecado, A Justiça de Deus, o Juízo Final e textos Relacionados.

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segunda-feira, 25 de fevereiro de 2013

Justificação em Cristo - Pregador Arthur W. Pink






...a regeneração é o ato do Pai (Tiago 1:18), a justificação é a sentença do Juiz. Uma me dá um lugar na família de Deus, a outra me assegura uma posição diante de Seu trono. Uma é interior, sendo a concessão da vida divina à minha alma: a outra é exterior, sendo a imputação da obediência de Cristo à minha conta. Por uma eu sou levado de regresso arrependido à casa do Pai, por outra se me dá uma “melhor vestidura” que me prepara para Sua presença. Segundo, ela difere da santificação. A santificação é moral ou experimental, a justificação é legal ou judicial. A santificação resulta da operação do Espírito em mim, a justificação é baseada no que Cristo fez por mim. Uma é gradual e progressiva nesta vida; a outra é completa e não admite adição. Uma tem que ver com meu estado, a outra tem que ver com minha posição diante de Deus. A santificação produz uma transformação de caráter; a justificação é uma mudança de status legal: é uma mudança desde a culpa e condenação ao perdão e aceitação, e isto somente por um ato de graça por parte de Deus, fundamentado sobre a imputação da justiça de Cristo, por meio do instrumento da fé somente. Ainda que a justificação está totalmente diferenciada da santificação contudo, a santificação sempre a acompanha.
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...de Deus se diz ser “justificado” (Romanos 3:4), porém seria blasfêmia falar dEle como sendo “perdoado” - isto mostra imediatamente que as duas coisas são diferentes. Um criminoso poderia ser perdoado, porém somente uma pessoa justa pode ser realmente justificada. O perdão trata somente com os atos de um homem, a justificação com o homem em si. O perdão considera aos pedidos de clemência, a justificação aos de justiça. O perdão somente livra da maldição causada pelo pecado; a justificação além disso, outorga um direito ao céu. A justificação se aplica ao crente com respeito às demandas da lei, o perdão com respeito ao Autor da lei. A lei não perdoa, já que ela não admite afrouxamento; porém que Deus perdoa as transgressões da lei em Seu povo provendo uma satisfação à lei, adequada a suas transgressões. O sangue de Cristo foi suficiente para proporcionar o perdão (Efésios 1:7), porém Sua justiça é necessária para a justificação (Romanos 5:19). O perdão liberta da morte (2 Samuel 12:13), porém a justiça imputada é chamada “justificação de vida” (Romanos 5:18). Uma vê ao crente como completamente pecador, a outra como completamente justo.
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...o Senhor Jesus sofreu as penalidades da lei no lugar deles, e através de Sua morte expiatória eles foram limpos de toda culpa. Como criaturas, eles estavam debaixo de obrigações para obedecer a Lei de Deus; como criminosos (transgressores) eles estavam sob a sentença da morte da lei. Portanto, para cumprir nossas obrigações e pagar nossas dívidas foi necessário que nosso Substituto tanto obedecesse como morresse. O derramamento do sangue de Cristo apagou nossos pecados, porém isto, por si só, não nos provê o “melhor vestido”. Silenciar as acusações da lei contra nós de modo que agora “nenhuma condenação há para quem está em Cristo Jesus” é simplesmente uma benção negativa: algo mais é requerido, ou seja, uma justiça positiva, o cumprimento da lei, para que possamos ter o direito à sua benção e recompensa.
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...como Cristo “não conheceu pecado” pela impureza interior ou comissão pessoal, assim nós “conhecemos” ou não tivemos justiça de nossa própria conformidade interior à lei, nem pela obediência pessoal à ela. Como Cristo se “fez pecado” por haver sido nossos pecados postos a Sua conta ou carregados sobre Ele em um modo judicial, e como não foi por uma conduta criminal de Si mesmo que Ele se “fez pecado”, assim não é por alguma atividade piedosa de nós mesmos que chegamos a ser “justos”: Cristo não se “fez pecado” pela infusão de depravação, nem nós somos “feito justiça” pela infusão de santidade. Ainda que pessoalmente santo, nosso Responsável, entrando em nosso lugar legal, se entregou a Si mesmo oficialmente devedor à ira de Deus; e assim apesar de pessoalmente malvados, temos, em virtude de nossa identificação legal com Cristo, direito ao favor de Deus.
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...Cristo não poderia haver sofrido em lugar do culpado a menos que sua culpa houvesse sido primeiramente transferida a Ele. Os sofrimentos de Cristo foram penais. Deus por um ato de graça transcendente (para conosco) pôs as iniqüidades de todos os que são salvos sobre Cristo, e em conseqüência, a justiça Divina encontrando pecado sobre Ele, O castigou. Aquele que de nenhum modo tem por inocente ao culpado deve atacar o pecado e ferir seu portador, não importa se este é o próprio pecador ou Um que vicariamente toma seu lugar. Mas como G.S. Bishop bem disse: “Quando a justiça golpeia uma vez ao Filho de Deus, a justiça se esgota. O pecado é castigado em um Objeto Infinito”. A expiação de Cristo foi contrária a nossos processos legais porque esta se eleva por cima de suas limitações finitas!

Textos extraídos do livro "A doutrina da justificação", traduzido pelo Monergismo

sexta-feira, 22 de fevereiro de 2013

Tem Misericórdia de Mim - Sovereign Grace Music

Tem Misericórdia de Mim - Sovereign Grace Music  - Jhon Piper Song

segunda-feira, 18 de fevereiro de 2013

A Couraça da Justiça - Justiça de Deus


Publicado em: 27/7/2006
Por: José Antônio Corrêa
Igreja Evangélica Batista de Viradouro - Viradouro/SP
pr.correa@proveg.com.br  








                                                                                                                                                                      EFESIOS  6.14

A segunda peça da armadura cristã é a couraça da justiça. Se a verdade de Deus, assim como nos é revelada em Cristo, forma o fundamento da vida e da integridade cristã, com certeza, essa vida deve estar protegida pela couraça da justiça.

Em sua preparação para os combates, os soldados romanos se aparavam com uma grande peça de metal que cobria desde ao pescoço até a coxa, com o objetivo de proteger os órgãos vitais nas sangrentas batalhas contra seus inimigos. A couraça dos soldados romanos pode ser comparada ao colete à prova de balas utilizado pelos militares no mundo moderno.

Embora a vida cristã não possa ser protegida por uma peça de metal, de couro ou de qualquer outro material, ela pode contar com proteção da “justiça” que tem sua origem e significação no Deus de poder.

QUEREMOS VER COMO PAULO FALA DESSA JUSTIÇA, DE QUE MANEIRA É REVELADA E RECEBIDA, MAS AO MESMO TEMPO, VER QUAIS SÃOS OS BENEFÍCIOS QUE ELA PODE TRAZER PARA AQUELES QUE A POSSUEM

Textos:

a) A justiça de Deus é revelada a nós através do evangelho, Rm 1.16-17, “16 Pois não me envergonho do evangelho, porque é o poder de Deus para a salvação de todo aquele que crê, primeiro do judeu e também do grego; 17 visto que a justiça de Deus se revela no evangelho, de fé em fé, como está escrito: O justo viverá por fé”.

b) Pelo seu sacrifício na cruz, Cristo se tornou para nós “justiça”, sabedoria, santificação e redenção, 1 Co 1.30, “Mas vós sois dele, em Cristo Jesus, o qual se nos tornou, da parte de Deus, sabedoria, e justiça, e santificação, e redenção”.

c) Através da remoção do pecado, fomos feitos “justiça de Deus”, 2 Co 5.21, “Aquele que não conheceu pecado, ele o fez pecado por nós; para que, nele, fôssemos feitos justiça de Deus”.

Não podemos nos esquecer que a justiça é um dos atributos divinos:

Textos:

a) Ele se “veste” de justiça, Is 59.17, “Vestiu-se de justiça, como de uma couraça, e pôs o capacete da salvação na cabeça; pôs sobre si a vestidura da vingança e se cobriu de zelo, como de um manto”.

b) Ele manifestou sua justiça em tempos passados, mas também no tempo presente, Rm 3.26, “tendo em vista a manifestação da sua justiça no tempo presente, para ele mesmo ser justo e o justificador daquele que tem fé em Jesus”.

c) Ele é o “justo juiz”, que nos coroará com a “coroa da justiça”, quando de sua manifestação em glória, 2 Tm 4.8, “Já agora a coroa da justiça me está guardada, a qual o Senhor, reto juiz, me dará naquele Dia; e não somente a mim, mas também a todos quantos amam a sua vinda”.

d) Podemos contar com esta verdade na revelação de Cristo, para nos resgatar do pecado, Rm 1.16-17, “16 Pois não me envergonho do evangelho, porque é o poder de Deus para a salvação de todo aquele que crê, primeiro do judeu e também do grego; 17 visto que a justiça de Deus se revela no evangelho, de fé em fé, como está escrito: O justo viverá por fé”.

e) Foi ainda através dessa justiça revelada em Cristo, que Deus nos trouxe a justificação pela fé, Rm 3.25-26, “25 a quem Deus propôs, no seu sangue, como propiciação, mediante a fé, para manifestar a sua justiça, por ter Deus, na sua tolerância, deixado impunes os pecados anteriormente cometidos; 26 tendo em vista a manifestação da sua justiça no tempo presente, para ele mesmo ser justo e o justificador daquele que tem fé em Jesus” – Certamente Ele nos declarou justos, justificados, através do perdão de nossos pecados. Assim, mediante a justiça de Cristo, podemos nos relacionar de maneira correta com do Deus Pai. Com toda certeza, jamais poderá existir maior proteção contra as artimanhas do Diabo do que o fato de cultivarmos um relacionamento correto com Deus.

f) Tendo Cristo como nossa justiça, é tê-LO como nossa couraça. Ao permanecemos em Deus, debaixo da justiça de Cristo, sendo sempre fiel à graça salvadora de Deus, é declarar ao maior inimigo de nossas almas, o diabo as verdade de Rm 8.31-34: “31 Que diremos, pois, à vista destas coisas? Se Deus é por nós, quem será contra nós? 32 Aquele que não poupou o seu próprio Filho, antes, por todos nós o entregou, porventura, não nos dará graciosamente com ele todas as coisas? 33 Quem intentará acusação contra os eleitos de Deus? É Deus quem os justifica. 34 Quem os condenará? É Cristo Jesus quem morreu ou, antes, quem ressuscitou, o qual está à direita de Deus e também intercede por nós”.

COMO ESTA RELAÇÃO CORRETA COM DEUS DEBAIXO DE SUA JUSTIÇA, PODERÁ SER OBSERVADA NA VIDA DO CRENTE?

Textos:

a) Não devemos ser mais “instrumentos de iniqüidade”, mas “instrumentos de justiça”, Rm 6.10-14, “10 Pois, quanto a ter morrido, de uma vez para sempre morreu para o pecado; mas, quanto a viver, vive para Deus. 11 Assim também vós considerai-vos mortos para o pecado, mas vivos para Deus, em Cristo Jesus. 12 Não reine, portanto, o pecado em vosso corpo mortal, de maneira que obedeçais às suas paixões; 13 nem ofereçais cada um os membros do seu corpo ao pecado, como instrumentos de iniqüidade; mas oferecei-vos a Deus, como ressurretos dentre os mortos, e os vossos membros, a Deus, como instrumentos de justiça. 14 Porque o pecado não terá domínio sobre vós; pois não estais debaixo da lei, e sim da graça”.

b) A justiça, através de um correto relacionamento com Deus, só pode nos levar a uma vida correta. Ao nos tornarmos discípulos do Mestre Jesus, nossa vida precisará ser coerente com o caráter dEle, caso contrário, nossas ações serão incompatíveis com a fé que pregamos. Seremos semelhantes aos religiosos do tempo de Jesus, advertidos severamente por Ele: “Ai de vós, escribas e fariseus, hipócritas, porque sois semelhantes aos sepulcros caiados, que, por fora, se mostram belos, mas interiormente estão cheios de ossos de mortos e de toda imundícia!”, Mt 23.27. Sendo justos, devemos ser semelhantes a Cristo e andar em obediência, assim como Ele foi obediente ao Pai. Devemos andar em retidão moral, vivendo uma vida correta e integra, testemunhando do amor de Cristo.Armadura do cristão - A Couraça da Justiça